quarta-feira, 28 de outubro de 2020

“REALIDADE SIMULADA”



A partir de 3 de novembro será inaugurada a exposição de Lair Uaracy  com suas figuras expressivas e vibrantes, no Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro.  A mostra Realidade Simulada apresenta alguns dos mais recentes trabalhos do artista plástico: retratos feitos em tinta acrílica sobre tela de diferentes formatos e dimensões. Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, esta reúne cerca de 20 obras que têm como principal característica pinceladas espessas e marcantes. 

De fato, as obras do artista revelam figuras densas, ainda que um tanto distorcidas, por vezes andrógenas, mas sempre com cores vibrantes e muita força.

A carreira intensa desse jovem artista de 40 anos, que nasceu em Belém mas sempre viveu no Rio, inclui ainda a realização de mostras individuais em galerias e a participação em diversas coletivas como a tradicional Abre Alas da moderninha A Gentil Carioca. Lair foi um dos participantes da mostra de 2019 com cinco de suas obras.

 

A exposição “Realidade Simulada” é a primeira do artista em um Centro Cultural e fica em cartaz até o dia 24 de janeiro de 2021.



REALIDADE SIMULADA

Período: de 3 de novembro de 2020 até 24 de janeiro de 2021

Local: Centro Cultural Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20/ 3º andar – sala B. Centro). Tel.: 2253-1580.



quarta-feira, 21 de outubro de 2020

 O Retorno


Depois de passar um longo período na expectativa de descobrirem uma vacina para imunizar as pessoas que pegaram o covid 19, virus que teve as primeiras mortes em Wurhan, na China. A propagação na Europa e se espalhando por muitos paises, modificou a vida de todos. Está sendo um dos maiores desastres na saude, na economia e em todos os meios de comunicação , diversão e entretenimento. Hoje, trabalha-se em casa ( home-office), tem-se que evitar aglomerações, o uso de máscaras, alcool-gel, etc. A vida mudou e muito. As viagens foram canceladas , jogos se torcida, shows on line e as escolas voltando gradualmente pelo medo do contagio. Como tudo, a vida cultural vai, pouco a pouco, tentando recomeçar.

Algumas sugestões :

- A exposição "Como olhar para trás" na Z42 Art, no Cosme Velho foi prorrogada até 31 de outubro de 2020, ou poderá ser vista também virtualmente através da plataforma : www.comoolharparatras.art. Com curadoria de Fernanda Lopes a mostra traz o tema da memória em diversos aspectos através de obras produzidas em fotografia, instalação, desenho, pintura e objeto pelas artistas Ilana Zisman, Maria Amélia Raeder. Mariana Sussekind e Priscila Rocha.


Maria Amélia Raeder

Rua Filinto de Almeida 42 - Cosme Velho - RJ


- Exposição “PIETRINA CHECCACCI – 60 ANOS DE ARTE”

Exposição no Centro Cultural Correios reúne cerca de 100 obras marcantes da trajetória da artista plástica, além de trabalhos inéditos.

Completando 60 anos de carreira em plena atividade, a artista plástica Pietrina Checcacci, a convite de Carlos Bertão, ganha uma exposição à altura do seu talento e importância. Em “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”, que abre no do dia 03 de novembro, no Centro Cultural Correios, serão apresentadas cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e serigrafias que traçam um panorama da longa carreira da artista ítalo-brasileira, além de trabalhos inéditos feitos especialmente para a exposição.

Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra faz um passeio, em ordem cronológica, por diversas fases de criação da artista plástica e as muitas interseções entre elas, com temas que ressurgem de tempos em tempos, sempre com um novo olhar. Com destaque para o corpo humano, sempre presente, das mais variadas formas.




Período : 3 de novembro de 2020 até 24 de janeiro de 2021

Onde: Centro Cultural Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20/ 3º andar – sala B. Centro)


Abertura intervenção “Beyond the Trees”, de Tulio Dek, no Jardim do Torel, em Lisboa.

No próximo dia 25 de outubro será inaugurada no Jardim do Torel, em Lisboa, a grande intervenção “Beyond the Trees”, do artista brasileiro Tulio Dek (1985, Goiânia), com 500 tocos de árvores calcinadas, com altura entre 50 e 85cm, oriundos de incêndios florestais que assolaram aquele país, cedidos pelo governo português. O curador do Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, Rui Afonso Santos, afirma que a intervenção de Tulio Dek além de ser “única no seu gênero, por sua qualidade, é extremamente rara no panorama artístico português”. Ele destaca que “com preocupações ecologistas e humanistas deste cariz, nunca foram feitas em Portugal, intervenções nesta escala, e com esta natureza”. Tulio desenvolveu há um ano este projeto, como um alerta para a importância da preservação do planeta, e um protesto contra as queimadas.


[Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa]

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Japão, sua capital e seus filmes








Será inaugurada no dia 06 de agosto na CAIXA Cultural Rio de Janeiro a exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares. Uma parceria do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão.

A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.




Exposição:  Japão, sua capital e seus filmes
Local: Caixa Cultural - Av. Alm. Barroso, 25 - Centro, Rio de Janeiro

Centro Cultural e Informativo do
Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro
Elisa Celino - Assessora Cultural
(21) 2240-2383 ramal 119






A Galeria Mercedes Viegas apresenta “Estrada nebulosa sem olhos de gato”, segunda individual de Elvis Almeida na galeria. A exposição reúne 15 pinturas inéditas do artista, e tem sua abertura no dia 6 de agosto. “Estrada” seguirá aberta ao público até o dia 6 de setembro; de segunda a sexta, das 11 às 19 horas. O texto crítico é assinado pelo curador mexicano Pablo León de la Barra.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

“Linha de Montagem” - Bruno Lins






A Exposição “Linha de Montagem” de Bruno Lins acontece no próximo dia 17 de julho, no Centro Cultural Correios, com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira. Flyers, convites, revistas antigas, embalagens. Não importa a origem, nas mãos do artista plástico Bruno Lins, qualquer micro pedacinho de papel colorido vira arte. Às vezes, em colagens num formato tão pequeno que cabem na palma da mão. Outras, em pinturas sobre tela de dimensões bem maiores. É esse panorama de suas pesquisas com técnicas de colagem e sua relação com a pintura abstrata que o artista apresenta.

O nome “Linha de Montagem” se refere não só a um modus operandis sequencial de produção - como no caso das colagens de pequenos formatos -, mas como uma linha que surge de um diário de anotações gráficas e registros de cores, separando planos, formando um jogo geométrico de equilíbrio entre o aleatório e o controle.

Linha de Montagem
Período: de 18 de julho a 25 de agosto de 2019
Local : Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20/ 3º andar – sala B. Centro.







quarta-feira, 26 de junho de 2019

Exposição Barbapapa





Será inaugurada no próximo dia 10 de julho a exposição “Barbapapa” na Anita Schwartz Galeria, na Gávea. Com trabalhos inéditos do artista Paulo Vivacqua, em um aprofundamento de sua recente pesquisa sobre sons e linguagens pré-verbais. Radicado no Rio, Paulo Vivacqua usa como materiais constantes em seu trabalho alto-falantes e fios. Nos trabalhos que serão exibidos, ele acrescentou novos materiais, como granito, vidro, metais, espelhos, luz negra e cores. A obra que dá nome à exposição, que ocupa todo o segundo andar expositivo da galeria, é uma instalação em que o artista usa o som como “expressão visual, gesto sonoro, vocal”.

Criados pela arquiteta francesa Annete Tison e pelo professor americano Talus Taylor nos anos 1970, os personagens da família Barbapapa ganharam o mundo a partir da série de desenhos animados transmitida pela televisão, de grande sucesso. Os Barbapapas são simpáticos seres coloridos, “cada um com uma habilidade diferente, que vão mudando de forma, o que tem a ver com meu trabalho”.  Na obra sonora “Barbapapa”, Paulo Vivacqua cria desenhos com alto-falantes e fios vermelhos sobre chapas de aço pintadas com tinta automotiva – elementos inéditos –, em que as formas “são mais ovais, como seres imaginários, ou como se uma figura de linguagem se tornasse um ser visual”, e os sons emitidos pelos Barbapapas são derivados da pesquisa recente do artista sobre os sons pré-verbais.
Paulo Vivacqua busca o universo imaterial, em que foge do mundo muito narrativo, muito endereçado, dimensionado. Ele pretende um espaço mais aberto, com um número maior de leituras sobre aquele objeto em um nível mais abstrato. O artista vem aprofundando desde o ano passado sua pesquisa sobre sons vocálicos, iniciada com a fragmentação do som do alfabeto, como “um alfabeto despedaçado, em sons e formas”.
O trabalho é um desdobramento desta pesquisa, em que a linguagem seja geradora de imagens, lúdicas, borrando e diluindo a fronteira entre som e forma.
MESAS-ESCULTURAS
Ao longo da sala estarão quatro mesas de tamanhos diferentes, como ilhas, com assemblages compostas por vários materiais, em que os alto-falantes estão apenas como objetos visuais. Essas obras congregam elementos que podem ser vistos nos demais trabalhos, como os dez desenhos dispostos nas paredes, da série “Memo”, em que o artista usa blocos de rascunho que pertenciam a seu pai, nos anos 1970. Ele explica que esta é uma “série aberta”, iniciada em 2009 e que o artista pretende continuar. Uma das mesas contém um “Memo” de vidro, com espelhos e o desenho feito com fio de cobre. Outra tem uma espécie de Barbapapa “cristalizado”, e as demais são dois objetos independentes, esculturas, com alto-falantes, chapas de metal, granito, uma delas com luz negra.



Exposição “Paulo Vivacqua – Barbapapa”
Anita Schwartz Galeria de Arte, Baixo
Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea, 22470-100, Rio de Janeiro
Período: 11 de julho a 24 de agosto de 2019