Receita de pizza de sardinha
By Suely
Receita de pizza de sardinha
By Suely
Na próxima terça-feira, 21 de julho, às 19h30, será inaugurada exposição Mercado de Previsão, para uma conversa na galeria do artista Luiz d’Orey e a curadora Gabriela Davies.
Luiz d'Orey (Rio de Janeiro, 1993) é artista visual e sua prática tem a pintura como linguagem central. Seu trabalho investiga os vícios do espaço digital e seus impactos na formação do gosto e da autoimagem contemporânea. Indicado ao Prêmio PIPA em 2019, realizou exposições individuais no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. É bacharel em Belas Artes pela School of Visual Arts, Nova York, cidade onde viveu entre 2012 e 2019.
Gabriela Davies (Rio de Janeiro, 1993) é historiadora de arte e curadora. Em 2023, co-fundou o instituto Comadre. Em 2024, atuou como coordenadora do programa de residências no Instituto Inclusartiz, no Rio de Janeiro. Dirigiu a Galeria Aymoré (2016-2021). Se formou em Curadoria Comunicação e Crítica pela Central Saint Martins (2013-16) e tem seu Mestrado em História da Arte pela University College London (2016-17).Hamburger alla Calabrese
by Fisan
Ingredientes
- 500 gramas de carne moída
- 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
- 1 cebola pequena picada
- 1 linguiça calabresa picada
- 2 fatias finas de bacon picadinho
- 1 colher (chá) de sal
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 6 fatias de queijo cheddar
- 6 pães de hambúrguer com gergelim cortados ao meio
- 6 folhas de alface crespa
- 1 tomate grande fatiado em rodelas
1 xícara de chá de Maionese
1 xícara de mostarda escura
Modo e fazer
- Em uma tigela grande, coloque a carne, o cheiro-verde, a cebola, , a calabresa, o bacon e o sal
- amasse bem com as mãos até que fique homogêneo
- dividir em 6 partes iguais
- modelar no formato de hambúrguer
- fritar os hambúrgueres na pedra ou frigideira, de cada lado, ou até que dourem
- colocar uma fatia de queijo por cima de cada hambúrguer até derreter o queijo, um pouco
- colocar os hambúrgueres sob as metades das fatias de pão e, por cima, coloque as folhas de alface e as rodelas de tomate
- servir com maionese e mostarda escura à parte
Será inaugurada no dia 26 de julho a exposição FLORESCER, na Casa70 Galeria que propõe diálogos entre a Arte Moderna Brasileira e a Produção Contemporânea. Sob curadoria de Elis Valadares, a coletiva de artistas, sobre ideias que amadurecem, trajetórias que se consolidam, relações que criam raízes e projetos que encontram seu lugar no mundo. É sobre ideias que amadurecem, trajetórias que se consolidam, relações que criam raízes e projetos que encontram seu lugar no mundo.
Nesta edição, a CASA70 amplia sua proposta curatorial ao promover um diálogo entre a arte moderna brasileira e a produção contemporânea representada pela galeria.
A exposição reúne obras de Alberto da Veiga Guignard, Antonio Bandeira, José Pancetti e Candido Portinari — quatro pilares fundamentais da pintura moderna brasileira — em diálogo com a produção contemporânea desenvolvida pelos artistas representados pela CASA70 Galeria. Ao aproximar diferentes gerações, a curadoria evidencia como temas ligados à paisagem, à matéria, à cor, à identidade, ao território e à experimentação permanecem vivos e continuam a se transformar ao longo do tempo.
Participam da mostra Bruno Borne, Diana Gondim, FESSAL, Giovanna Nucci, Lair Uaracy, Lorena Bruno, Lucas Finonho, Lucas Ribeiro, Marcelo Carrera, Marcos Corrêa, Mariana Riera, Marina Rodrigues, Miru Brüggmann, Samira Pavesi, Tatiana Bertrand e Thomaz Velho.
“Longe de estabelecer uma leitura linear da história da arte, Florescer propõe um encontro entre diferentes momentos da produção artística brasileira, revelando continuidades, permanências e novas interpretações que atravessam décadas de criação”, afirma Elis Valadares.
Entre pinturas, esculturas, fotografias, obras sobre papel, design e mobiliário, a exposição convida o público a perceber que a arte se desenvolve por meio do diálogo entre gerações. As obras modernas não são apresentadas apenas como referências históricas, mas como presenças vivas que continuam inspirando, provocando e expandindo a produção contemporânea, estabelecendo relações entre diferentes tempos, linguagens e sensibilidades.
Florescer reúne artistas contemporâneos da galeria ao lado de mestres da arte moderna brasileira, criando conexões entre diferentes gerações de artistas, colecionadores e públicos. A exposição parte da compreensão de que nenhuma obra nasce isoladamente: toda criação carrega uma memória, dialoga com o passado e aponta para o futuro. É nesse encontro entre raízes e novos olhares que a arte brasileira continua a florescer.
Exposição FLORESCER - Diálogos entre a Arte Moderna Brasileira e a Produção Contemporânea
Abertura para convidados: dia 25 de julho das 14h às 21h
Visitação: de 26 de julho a 30 de setembro de 2026
Local: CASA70 Galeria
Endereço: Rua Orsina da Fonseca, 19 - Gávea – Rio de Janeiro
Pizza de aliche
by Roberto Fisan
Massa
- 1 kg de farinha de trigo
- 30 g de fermento biológico
- 3 xícaras de água morna
- 3/4 xícaras de óleo
- 1 colher (chá) de sal
- 1 colher (chá) de açúcar
Recheio
Um dos nomes mais reconhecidos da arte contemporânea, Daniel Senise volta a fazer uma individual no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, após 32 anos. Em “Os dois lados da janela”, com curadoria de Pollyana Quintella, o público verá 59 trabalhos que abrangem a produção do artista do anos 2000 até agora, incluindo trabalhos inéditos – quatro produzidos este ano, e outros quatro que também nunca saíram do seu ateliê, produzidos entre 2024 e 2026.As obras ocuparão todas as salas do Primeiro andar do Paço, agrupadas “por afinidade”, não necessariamente por séries ou ordem cronológica, conta Daniel Senise, que participou intensamente de todo o processo de montagem da exposição, e estará presente na abertura. A abertura será no 4 de julho de 2026, a partir das 11h, com a presença do artista, e a exposição fica em cartaz até 6 de setembro de 2026, com entrada gratuita.
A exposição apresenta obras grandes, como “Vai que nós levamos as partes que te faltam” (2008), na Sala Mestre Valentim, com 10 metros de comprimento por 1,20 metro de altura, uma composição de aquarelas feitas por Daniel Senise, que reproduzem um a um os tacos de madeira do corredor de sua residênciano Rio de Janeiro. Ao olhar atentamente, o público pode notar que se trata de uma “planta baixa”, com “as saídas para sala de TV, a de estar e para a cozinha”, conta o artista.
Na Sala Gomes Freire, está “Misty Peach Vision Petal” (2004), com 2,15 metros de altura por 6,45 metros de comprimento, produzida a partir “da transferência de poeira, resíduos e marcas acumuladas no chão do ateliê para a tela”, explica Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. “O trabalho incorpora diretamente os vestígios do espaço onde foi produzido.
Na sala Academia dos Seletos – a sétima sala da exposição – está a obra “Arranjo em cinza e prata" (2019), com 2,44 metros de altura por 7,50 metros de comprimento, feita com os carpetes queimados no incêndio sofrido pelo Teatro Villa-Lobos, em Copacabana, em 2011.
Da série “Museus e galerias”, podem ser vistas as obras “Museu Nacional de Belas Artes” (2016), com 150 x 300 cm, na Sala Gomes Freire; “Sem título(MAM Rio)”, 2022, com 150 x 325 cm; “Sem título (Capela Sistina)”, 2025, 200 x 293 cm; “Sem título (Cappella degli Scrovegni)”, 2025, 200 x 293cm; “Sem Título (Bourse de Commerce – Pinault Collection)”, 2021, 150 x 400 cm; e “Sem título (Richter at Dia Beacon)”, 2022, 150 x 250 cm, na Sala do Trono.
Exposição “Daniel Senise – Os dois lados da janela”
Período: 4 de julho até 6 de setembro de 2026
Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial
Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48, Centro, Rio de Janeiro, CEP 20010-010
Risoto de Pinhão