MOUSSE DE GORGONZOLA
Cláudia Romano
Ingredientes
MOUSSE DE GORGONZOLA
Cláudia Romano
Ingredientes
Receita Mix gelado de gelatina
INGREDIENTES
- 4 caixas de gelatina de sabores variados
- meio envelope de gelatina em pó sem sabor (6g)
- 1 caixa de leite condensado
- 400 ml de leite integral
MODO DE FAZER
- preparar as 4 gelatinas separadamente
- deixe gelar e depois corte em cubos ou em desenhos como estrela, lua etc
- adicionar 5 colheres (sopa) de água fria à gelatina sem sabor, em pó, e leve ao fogo em banho-maria até dissolver
- num liquidificador, bata o leite condensado com o leite integral e a gelatina sem sabor até ficar homogêneo
- Coloque os cubos de gelatina em taças, despeje a mistura do liquidificador e servir
“ATEMPORAL — como se fosse a primeira vez” , com curadoria de Osvaldo Carvalho
Será inaugurada no dia 15 de janeiro, quinta-feira, a Exposição coletiva que ocupará a Sala Antonio Berni, do Consulado Geral da Argentina no Rio de Janeiro, com curadoria de Osvaldo Carvalho. Haverá uma visita guiada com a participação do curador e dos artistas Ana Herter, Ana Pose, Carmen Givoni, Chris Jorge, Cris Cabus, Dorys Daher, Edson Landim, Eliana Tavares, Heloisa Alvim, Heloisa Madragoa, Jabim Nunes, Jorge Cupim, Laura Bonfá Burnier, Laura Figueiredo-Brandt, Leila Bokel, Leo Stuckert, Lígia Teixeira, Luís Teixeira, Luiz Badia, Luiz Bhering, Marcelo Rezende, Márcia Clayton, Mario Coutinho, Mario Camargo, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Priscilla Ramos, Raquel Saliba, Regina Hornung, robson mac3Do, Rosi Baetas, Sandra Gonçalves e Sandra Schechtman.
Santo Agostinho, Kant, Sartre, Einstein e Hans Belting, serviram como fonte de inspiração para a mostra coletiva “ATEMPORAL — como se fosse a primeira vez”, que ocupa a Sala Antonio Berni do Consulado Geral da Argentina no Rio de Janeiro, até o dia 28 e fevereiro. Sob curadoria de Osvaldo Carvalho, propõe uma reflexão poética e filosófica sobre a natureza do tempo e sua presença nas artes visuais contemporâneas.
Os 33 artistas exploram diferentes possibilidades de compreensão de um tempo não linear, mas cíclico - em diálogo com temas como identidade, corpo, território, meio ambiente, ancestralidade, silêncio, deslocamento e pertencimento. As obras refletem sobre singularidades culturais e potencialidades poéticas, evocando “o tempo que não corre debalde, nem passa inutilmente sobre nossos sentidos”, no dizer de Santo Agostinho, e se expande em espiral, interligando passado, presente e futuro, conforme os ensinamentos da própria natureza, ao mostrar que os acontecimentos se repetem, se renovam e se transformam em novas circunstâncias.
O QUE FOI AINDA É, E REVERBERARÁ.
Os trabalhos selecionados abordam temas como identidade, corpo, território, ancestralidade, meio ambiente, silêncio, deslocamento e pertencimento, estabelecendo um diálogo sensível entre memória e atualidade. São obras que ultrapassam seu contexto histórico, preservando força estética e simbólica ao longo do tempo e comunicando-se com diferentes gerações e sensibilidades.
“ATEMPORAL — como se fosse a primeira vez”
Local: Sala Antonio Berni | Consulado Geral da Argentina no Rio de Janeiro
Visitação: até 28 de janeiro de 2026
Endereço: Praia de Botafogo, 228 – 2º andar - Botafogo – Rio de Janeiro
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 16h (exceto feriados)
Suflê de Bacalhau
Ingredientes
- 1kg de batata
- 500g de bacalhau desfiado
- 1 pote de 200ml de leite de coco
- 3 colheres de sopa de farinha de trigo
- 2 colheres de sopa de manteiga
- 2 ovos
- 1 copo 200ml de requeijão cremoso
- Sal a gosto
- 1 cebola grande cortada em tiras ou cubos
- Salsa picada a gosto
- Azeitonas pretas
- 100g de queijo ralado
Modo de fazer
- cozinhar as batatas e amassá-las
- adicione a farinha, o leite de coco e a manteiga, misturando bem até formar um purê
- refogar o bacalhau, no azeite, com cebola, salsa e azeitonas e deixe esfriar
- forrar um refratário, untado com azeite e coloque o purê de batatas
- em seguida, acrescente o requeijão cremoso e o refogado de bacalhau
- bata as claras em neve
- juntar as claras batidas em neve juntamente com as gemas. Misture tudo com cuidado
- cobrir o refratário com a mistura, e polvilhe com queijo ralado
- levar ao forno para gratinar
- servir com arroz e salada
Artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman apresentam exposição híbrida
em diferentes mídias, sob curadoria de Anna Costa e Silva
No dia 20 de dezembro será inaugurada a exposição "A gruta, a ilha” no Sesc Copacabana.
Em um ambiente de penumbra, o visitante se encontra experimentando o universo ficcional, fantástico e sombrio de duas personagens femininas que inventam mundos e sugerem viagens tanto espaciais quanto temporais. É dentro dessa atmosfera que as artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman apresentam “A gruta, a ilha”, exposição de audiovisual expandido que ficará em exibição a partir do dia 20 de dezembro, na galeria de arte do Sesc Copacabana, com curadoria da artista e professora Anna Costa e Silva. Tendo como base a produção em vídeo das duas artistas, “A gruta, a ilha” conta também com esculturas, objetos e instalações que, juntamente com as projeções audiovisuais, compõem o universo da exposição. Até 22 de fevereiro de 2026, enquanto estiver em cartaz, a exposição contará com uma agenda de conversas com alguns convidados de diferentes áreas, sempre aos sábados, no final de tarde.
“A gruta, a ilha” surge de alguns pontos de contato entre as obras das artistas
Para além de exercerem uma prática artística híbrida, em diferentes mídias, Mariana Kaufman e Darks Miranda, que acaba de ganhar o Prêmio Pipa 2025, têm trabalhado em torno das ideias de imaginação e fantasia como propulsoras da invenção de outros tempos e espaços, a partir da força criadora da arte.
Ao colocar em crise evidências do mundo contemporâneo a partir de um posicionamento ambientalista e feminista, a obra, além de formular uma tomada de posição política, também abre um campo de ressonâncias onde o gesto crítico se entrelaça à invenção de linguagens próprias, sensíveis e indisciplinadas, criando modos singulares de experiência que atravessam o olhar do espectador e o convocam a sentir, pensar e habitar o mundo a partir de outras frestas.
Sobre os trabalhos
Ao todo, serão exibidos nove trabalhos – quatro de cada artista e uma instalação inédita, criada em conjunto especialmente para a exposição -, formando um amálgama de imagens, sons e volumes, criando um ambiente imersivo em que uma obra surge como parte da outra (e assim por diante). Além de se sustentarem individualmente, os trabalhos formam um corpo único, convidando o público a uma viagem por outras galáxias, faunas, floras e geografias do impossível.
Muitos deles circularam por festivais de cinema no Brasil e no mundo, assim como participaram de exposições em galerias e centros culturais importantes. “A ilha do Farol” (Kaufman, 2017, realizado em parceria com Jô Serfaty) será mostrado em um monitor com fone de ouvido intercalado com “A ilha” (Miranda, 2023). O filme “Mehr Licht!” (Kaufman, 2016) será projetado em uma tela e intercalado com o filme “A figura da quimera seria mais adequada” (Darks, 2023, realizado em parceria com Juno B.). A escultura “Corpo Mineral”, criada por Darks, a instalação “Futuro” (Kaufman, 2016), o vídeo “Natureza Morta” (Kaufman, 2016), o vídeo “Uma noite perigosa na ilha de Vulcano” (Miranda, 2022) junto com a instalação inédita (ainda sem título), completam a relação de trabalhos mostrados.
“A gruta, a ilha”
Artistas: Darks Miranda e Mariana Kaufman
Curadoria: Anna Costa e Silva
Produção Executiva: Maíra Marques e Marcella Klimuk
Arquitetura e Expografia: Desirèe Vacques
Coordenação geral de produção: Mariana Kaufman
Produção: Fagulha Filmes
Abertura: dia 20 de dezembro, às 15h
Visitação: de 21 de dezembro de 2025 a 22 de fevereiro de 2026
Local: Galeria do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, | Galeria – 1° andar
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 19h
A abertura acontece no dia 13 de novembro, 5a feira, das 18h à 21h.
Criaturas reúne 6 esculturas em placas de mdf e tinta automotiva, e conta com a curadoria de Paulo Venancio Filho. Nas suas palavras, a mostra trata de organismos "entre o construtivo e o digital, […] que deixam ver a dualidade contemporânea, sempre presente no trabalho de Everardo Miranda; o construtivo que se desarticula ou a desarticulação do construtivo.”
Criaturas
Período de 13 de novembro até 8 de dezembro
Endereço: R. Abreu Fialho, 5S - Jardim Botânico, Rio de Janeiro