segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Filé de robalo com molho de maracujá e gengibre

Filé de robalo 

com molho de maracujá e gengibre 




Ingredientes 
- Uma colher de sopa de sal 
- uma colher de sopa de coentro picado 
- suco de um limão 
- duas colheres de sopa de vinho branco 
- 3 colheres de sopa de azeite 
- 1 kg de filé de robalo limpo, sem espinhas

Molho
- Dois maracujás azedos 
- duas colheres de sopa de azeite de óleo extra virgem 
- duas colheres de sopa de gengibre ralado 
- duas colheres de sopa de mostarda tipo Dijon 
- uma colher de sopa de manjericão picado 
- uma colher de sopa de melaço de cana 

Modo de fazer 
- Junte o sal coentro suco de limão e a massa 
- depois acrescente o vinho branco e o azeite, temperos 
- acrescentar o filé de robalo com essa mistura 
- enrole em uma folha de bananeira e deixe marinar por 10 minutos 
- coloque numa assadeira e leve ao forno alto a 200 graus por 20 minutos,e reserve
- faça o molho e coloque ao lado 
sirva o peixe com molho à parte e batata cozidas

Molho
- Em uma vasilha , mistura a polpa do maracujá, o azeite, o gengibre ralado, a mostarda, manjericão e um melaço de cana 


“A Traição das Imagens” - Sergio Allevato

 

Sergio Allevato apresenta seu universo pictórico em obras selecionadas

pela curadora Vanda Klabin na Galeria Patricia Costa


Sem título, série Colapso, 2025, 
acrílica sobre tela, 140 X 250 cm_foto Jaime Acioli


 

Será inaugurada me 2 de setembro a exposição “A Traição das Imagens”. Subvertendo e reorganizando a lógica, Sergio Allevato oferece um repertório que vai da investigação literal à fabulação, evocando questões de ordem histórica, científica, política e filosófica. Através de um recorte de trabalhos recentes, na individual “A Traição das Imagens”, em cartaz na Galeria Patrícia Costa a partir do dia 2 de setembro, o artista apresenta um conjunto de obras que desafiam certezas e propõem novas leituras sobre o mundo.


Recorrendo a símbolos reais e imaginários, Allevato desenvolve uma narrativa visual que revela um universo onde o pensamento crítico e a invenção caminham lado a lado, convidando o espectador a certos questionamentos.


 “Durante alguns anos, me isolei no ateliê e comecei a produzir, tomado por uma explosão criativa ininterrupta, mantida até hoje. Esse processo resultou em diversas séries desde 2020, sempre seguindo minha linha de pesquisa sobre meio ambiente. Como artista latino-americano, não poderia deixar de abordar em meus trabalhos temas como identidade, pertencimento e outros assuntos que me tocam”, diz ele.

 

Sob a curadoria de Vanda Klabin, foram selecionadas pinturas em tinta acrílica e à óleo sobre tela e linho, além de dois objetos escultóricos da série “Tempo”, produzidos com relógios de parede antigos arrematados pelo artista em leilões.


A exposição evidencia a consistência da pesquisa desenvolvida pelo artista ao longo dos últimos anos, elencando obras que articulam rigor formal, imaginação e reflexão crítica.

A Traição das Imagens” reafirma a pintura como um espaço privilegiado de pensamento e descoberta.

“Sua trajetória artística é marcada por experimentações que revelam uma constelação política e uma articulação entre arte, ciência, biomas e sistemas político-sociais. Estamos diante de um território livre, mas de tensa convivência, ao colocar em cena alguns símbolos capazes de convocar a ideia de identidade e de pertencimento, pontos nucleares em sua prática artística, analisa Vanda Klabin.

“São situações e cenários com sobreposições lúdicas, nos quais os elementos botânicos são protagonistas significativos e estão muito presentes, ao transformar a natureza em matéria e manifesto. O artista procura evidenciar as fissuras e as contradições do mundo ao nosso redor, ao utilizar uma gramática visual híbrida, presente tanto no universo pop e no científico. Subverte a ilustração botânica para suscitar questões pertinentes ao nosso processo de colonização cultural, ao domínio do capitalismo americano, ao meio ambiente e à complexidade de suas crises climáticas”.

 

Um dos destaques, a série Colapso é descrita por Vanda Klabin como “o fio narrativo que desloca-se para outras leituras críticas, ainda marcadas pelos ecos das incessantes crises mundiais. Estão presentes, nessa cartografia povoada por vestígios, uma maior fluidez nas pinceladas e no uso das cores. Não encontramos ali uma unidade perceptiva, mas contornos imprecisos e ritmos imprevistos. São construções visuais que trazem a ideia de um mundo desarticulado, provocante, perturbador e com grande poder de corrosão”.

 

Numa visita ao ateliê do artista, é possível acessar uma amostra do universo que codificou sua linguagem singular. Referências a colonização, meio ambiente e biomas se mesclam a elementos eruditos e a ícones pop. Sua formação está, em parte, materializada ali.


Sergio Allevato estudou a flora brasileira na Fundação Botânica Margaret Mee, no Royal Botanic Gardens, Kew, em Londres e ali adquiriu conhecimento a partir das ilustrações de elementos botânicos oriundos de seus estudos com componentes científicos.


Nascido no Rio de Janeiro em 1971, aos 16 anos morou em Florença por três meses, onde cursou pintura e desenho na Scuola Lorenzo de’Medici.

Mestre em Arte Contemporânea pela Goldsmiths College of London, Londres, UK, de 2006 a 2008, frequentou o Parque Lage em 2005 e 2006. Em 2001, foi artista em residência do Museu do Deserto do Arizona, Tucson, USA. Em 2007, ganhou o Prêmio Aquisição do Salão da Bahia, tendo duas de suas obras a integrar a coleção do MAM Bahia. Foi indicado ao Prêmio PIPA em 2010 e 2012. Entre suas exposições recentes, destacam-se Paisagens em Travessia, obras do MNBA, Caixa Cultural Salvador, Bahia, 2026; Baile, Galeria Luciana Caravello, São Paulo, 2026; Paisagens em Suspensão, obras do MNBA, Caixa Cultural Belém, Pará, 2025; Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, 2025; A Partilha do Imperador Pedro II, Museu da Justiça, Rio de Janeiro, 2025; Imaginary Amazon, SDSU Gallery, San Diego, USA, 2024. Alguns obras pertencem ao acervo de coleções públicas: San Diego Museum of Art, USA; MAR - Museu de Arte do Rio, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes, Brasil; MAM Bahia Museu de Arte Moderna da Bahia, Brasil; Arizona Sonora Desert Museum, USA; Smithsonian Museum, Washington, USA; New York Natural History Museum, USA; Natural History Museum of London, UK; MAM RJ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil. Em 2024, ilustrou o convite da exposição Imaginary Amazon, na San Diego State University.


Exposição:

“A Traição das Imagens” – Sergio Allevato apresenta pinturas e objetos escultóricos

Curadoria: Vanda Klabin

Abertura: dia 2 de setembro, das 17h30 às 21h

Visitação: até 26 de setembro de 2026

Local: Galeria Patricia Costa

Endereço: Av. Atlântica, 4.240/lojas 224 e 225 – Copacabana – RJ



sem titulo serie colapso acrilica sobre linho 50 por 40 cm


Sem titulo, série Colapso, 2026, 
óleo sobre tela, 140 x 200 cm - foto crédito Jaime Acioli





segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Pasta al Nero di Seppia

Pasta al Nero di Seppia 

By Fabio Vieira



Rendimento: 2 pessoas

Tempo de preparo: aproximadamente 60 minutos

Ingredientes

Massa:
- 200 g de spaghetti, linguine ou tagliolini al nero di seppia (tinta de lula)
- 2 litros de água
- 20 g de sal para a água
- 200 g de camarões médios ou grandes, limpos e descascados
- 80 ml de vinho branco seco
- 1 colher de sopa de azeite extra virgem
- 1 dente de alho, finamente fatiado
- Sal a gosto
- Pimenta-do-reino moída na hora

Molho de tomate: 

- 200 g de tomates pelados ou uma Latinha.
- 1 colher de sopa de azeite extra virgem
- 1 dente de alho picado ou fatiado
- 1/2 colher de chá de açúcar — somente se os tomates estiverem muito ácidos
- Sal a gosto
- 1 colher de sopa de manteiga sem sal
- 80–120 ml da água do cozimento da massa


Finalização:
- 1 colher de sopa de salsinha fresca picada
- Raspas de 1/2 limão-siciliano
- 1 colher de chá de suco de limão-siciliano
- Um fio de azeite extra virgem


Modo de preparo


- Prepare os camarões

- Seque muito bem os camarões com papel-toalha. Tempere apenas com sal e pimenta-do-reino.

- Aqueça uma frigideira grande em fogo alto e adicione 1 colher de sopa de azeite.

- Coloque os camarões sem sobrepor e sele por aproximadamente 60 segundos de cada lado. 

- Eles devem ganhar cor por fora, mas ainda não precisam estar completamente cozidos pois vão finalizar durante o preparo.

- Retire os camarões e reserve.

- Deglaceie com vinho branco, reduza para fogo médio. (não se preocupe é só um nome bonito para impressionar a turma: trata-se de jogar o vinho para aproveitar os sabores que estão na panela)

- Adicione o alho e refogue por aproximadamente 20–30 segundos.

- Acrescente os 80 ml de vinho branco e raspe o fundo da frigideira com uma colher de madeira ou espátula, incorporando todos os resíduos caramelizados dos camarões.

Deixe o vinho reduzir por aproximadamente 2–3 minutos, até perder boa parte do álcool e concentrar o sabor.

Junte os tomates pelados, esmagando-os diretamente na frigideira.

Adicione a pimenta-do-reino moida e uma pequena pitada de sal.

Cozinhe em fogo médio por 8–10 minutos, até o tomate reduzir e formar um molho relativamente espesso.

Prove. Se estiver muito ácido, acrescente apenas 1/2 colher de chá de açúcar.

- Cozinhe a pasta al nero di seppia

Enquanto o molho cozinha, coloque a água para ferver e salgue.

Cozinhe os 200 g de massa de acordo com a embalagem, retirando-a 1 minuto antes de atingir o ponto al dente.

Antes de escorrer, reserve pelo menos 120 ml da água do cozimento.

Emulsione a massa

Transfira a massa diretamente para a frigideira com o molho.

Adicione inicialmente cerca de 80 ml da água do cozimento e a manteiga.

Misture vigorosamente por 1–2 minutos, fazendo a massa absorver o molho. Se necessário, acrescente mais água do cozimento aos poucos.

O objetivo é obter um molho brilhante, sedoso e suficientemente fluido para envolver cada fio da massa.

Volte com os camarões. Acrescente os camarões à frigideira e misture por aproximadamente 30–60 segundos, apenas para terminar o cozimento.

Desligue o fogo.

Adicione as raspas de limão, o suco de limão e a salsinha.

Finalize com um fio de azeite extra virgem.


Montagem

Divida a massa entre dois pratos fundos, distribuindo os camarões por cima.

Finalize com algumas raspas adicionais de limão-siciliano, salsinha e um pequeno fio de azeite.

Não recomendo parmesão, pecorino ou qualquer outro queijo nesta receita. O sabor intenso da tinta de lula, o camarão, o vinho branco e o tomate já formam um conjunto bastante complexo; o queijo tenderia a esconder o caráter marinho do prato.


GAROTAS, exposição de Dora Pellegrino e Tuca Sodré

 


Será inaugurada na quinta-feira, dia 13, às 18h, na Galeria Mercedes Viegas, a exposição  "GAROTAS", de Dora Pellegrino e Tuca Sodré.

GAROTAS reúne cerca de quarenta trabalhos, entre pinturas e desenhos, produzidos nos últimos anos por Dora Pellegrino e Tuca Sodré. A curadoria é de Paulo Venancio Filho, que também assina o texto crítico da mostra. 

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro de 2026, com visitação de terça a sexta, das 12h às 19h. E, aos sábados, entre 15h30 e 19h30.

 
Elas não são garotas. Nem pretendem se fazer de garotas. Não querem se parecer com garotas. Tão pouco buscam a nostalgia de terem sido garotas.  O que reconheço aí, nessas duas pintoras tardias, é a reivindicação de um atrevimento; por que não pintar? Por que não colocar na tela, no desenho, inquietações, memórias, dores, prazeres, passados e atuais, enfim, tudo que fez, faz, fará (?) parte da vida. E isso não é o exercício de exorcismo catártico que poderia ser. São explosões ou implosões vivenciais que o gesto de pintar realiza sem qualquer outra pretensão do que manifestar um ato de satisfação; posso pintar, seja o que for, posso pintar; não me censuro, não estabeleço um programa; pinto o que quero pintar. Isso pode parecer ingenuidade, voluntarismo; que seja; mas é uma atitude de valor, despudorada, que rompe, até sem querer, com certo ambiente programado da arte e da pintura atuais. Sem serem revoltadas, não obedecem a ninguém. Ser garota é um momento de emancipação feminina que, creio eu, se repete aqui na maturidade – é o que vejo nessas telas. De fato são elas que estão ali. Sinceridade pode parecer e é muitas vezes uma palavra piegas, aqui não. É como elas encaram a pintura, sem medo, mas também com todas as incertezas de que poderiam estar fazendo confortavelmente outra coisa e não estão. Garotas são inconformadas.  Aqui elas revivem um impulso que, há muito, poderia estar ou ter sido proibido, negado, obliterado, suprimido. Garotas é um despertar.


Período: quinta-feira, 13 de agosto até 9 de setembro de 2026
Local: Rua Abreu Fialho 5s (sobrado), Horto - Rio de Janeiro












segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Pastelzinho de Belém

Pastelzinho de Belém


Ingredientes

- 250 g de farinha de trigo

- um copo d´água

- uma pitada de sal

- 150 g de manteiga

- 13 gemas de ovo

- 80g amido de milho

- 300 g de açúcar

- 1 litro de creme de leite

- gotas de Baunilha 

- raspas de limão


Modo de Fazer

- Coloque a farinha sobre a bancada, e faça um buraco no meio

- coloque uma gema e água e pitada de sal, até para obter uma massa maleável.

- abra a massa e cubra com com 50 g de manteiga 

- dividir a massa em três camadas de massa 

- Repita essa operação duas vezes, sempre dobrando a massa ao meio e espalhando manteiga.

- abra novamente, espalhe a manteiga e enrole como se fosse um rocambole

- corte em fatias de 2 dedos de espessura

- estenda cada rodela no fundo de uma forminha pequena, forrando também as laterais.


Recheio:

- numa panela junte o amido de milho, o creme de leite, as gemas e metade do açúcar

- leve ao fogo até ferver

- coloque o resto do açúcar, gotas de baunilha e as raspas de limão

-  mexa bem e deixe ferver

- desligue e coloque sobre as rodelas de massa.

- leve as forminhas ao forno médio preaquecido até que estejam bem sequinhas



“Impossível: a história de amor de Maria Martins e Marcel Duchamp”

 




A Pinakotheke Editora lança “Impossível: a história de amor de Maria Martins e Marcel Duchamp”, do historiador de arte americano Francis M. Naumann. O lançamento será no dia 11 de agosto de 2026, às 19h, na Pinakotheke São Paulo, em Higienópolis, com uma conversa aberta entre o autor e o público, seguida de sessão de autógrafos e visita à exposição “Surrealismos: arte para além da razão”, na Pinakotheke São Paulo, em cartaz até 15 de agosto, onde há uma sala especial dedicada a Maria Martins, com uma coleção de esculturas e gravuras produzidas pela artista entre os anos 1940 e 1950.

 

Publicado nos EUA em abril de 2026 pela Abbeville Press, o livro ganha edição em português, com 192 páginas, ilustrado, e tradução de Richard Sanches. Com base em documentos e correspondências inéditas, Francis M. Naumann (1948), pesquisador e curador especializado em Dadaísmo e Surrealismo, conta, em um texto cativante, um dos episódios mais bem guardados da história da arte moderna: o caso amoroso entre o francês Marcel Duchamp (1887-1968) e a escultora brasileira Maria Martins (1894-1973), vivido em segredo na Nova York dos anos 1940. O amor secreto gerou obras-primas dos dois artistas, e o livro faz uma reparação histórica a Maria Martins, uma das escultoras surrealistas mais importantes e reconhecidas de sua geração.














segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Receita de bolo mesclado

Receita de bolo mesclado 

By Suely 
Ingredientes 




- Três ovos 
- uma xícara e meia de açúcar 
- 4 colheres de sopa de manteiga 
- uma colher de sopa de essência de baunilha 
- uma xícara de leite 
- duas xícaras e meia de farinha de trigo
- uma colher de sopa de fermento em pó 
- meia xícara de chocolate em pó

Modo de fazer 
- em uma vasilha coloque os ovos e bata 
- acrescente o açúcar e misture novamente 
- coloque a manteiga essência de baunilha e misture muito bem 
- coloque o leite farinha de trigo peneirada e misture até a massa ficar homogênea 
- coloque o fermento e misture bem
Transfira 2/3 da massa para a forma untada e enfarinhada. No 1/3 restante, junte a  meia xícara de chocolate em pó; se a massa pesar, adicione 1 colher de sopa de leite para igualar a consistência. Misture bem.
Despeje a massa de chocolate sobre a massa clara em movimentos irregulares. Com um palito ou garfo, faça curvas suaves para criar o efeito marmorizado (sem misturar demais).
- depois de estar homogênea despejar numa forma e levar ao forno pré-aquecido por meia hora 40 minutos