quarta-feira, 11 de abril de 2018

Ronald Duarte – Bambuzal





Será inaugurado no dia 17 de abril na Artur Fidalgo Galeria, em Copacabana, a exposição “Ronald Duarte – Bambuzal”, com uma grande instalação composta por diversos bambus e 19 pinturas em óleo sobre tela, que se relacionam com a instalação. Todos os trabalhos são inéditos e foram produzidos este ano especialmente para esta exposição.  
Com curadoria de José Damasceno, a exposição é uma ocupação espacial da galeria a partir de um único material: o bambu. Por todo o espaço expositivo, o material distribui-se em diferentes formas, onde cria-se uma grande instalação com bambus que se organizam segundo o jogo entre ordem e desordem produzindo novos espaços. Deparamo-nos, então, com esse bambuzal inventado, esse bambuzal experimental. Espaço de liberdade e convívio. A escolha do material foi proposital: “Bambus vêm da ideia de resistência, que enverga, mas não quebra, como o momento atual que vivemos”, diz o artista. 
Completa a mostra uma série de pinturas da série inédita “Bambuzal”, que faz parte de uma pesquisa que o artista vem desenvolvendo desde 2015, em que imprime o gesto através de um bastão a óleo sobre a tela, configurando energias das transversalidades e atravessamentos no espaço. As obras da série “Bambuzal”foram feitas utilizando bastão paintstick, dado de presente para o artista pelo escultor norte-americano Richard Serra (San Francisco, 1938), em 1997, quando realizou exposição no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro. Ronald Duarte foi assistente do artista nessa mostra e, após produzir os trabalhos com esse bastão oleoso, Serra o deu de presente para Ronald, que agora, mais de 20 anos depois, cria os desenhos em que representa bambus com esse mesmo bastão. 

Exposição: Ronald Duarte - Bambuzal
Período: 18 de abril até 17 de maio de 2018 
Artur Fidalgo Galeria
Rua Siqueira Campos, 143 - loja 1 - 2º piso 
Copacabana - Rio de Janeiro






quarta-feira, 4 de abril de 2018

Exposição 5 + 5




Hoje 4 de abril começam as comemorações dos dez anos do novo espaço que Anita Schwartz  inaugurou na Gávea. Foi criado um novo patamar no circuito da arte, ao construir um prédio de três andares especificamente para ser uma galeria de arte contemporânea. Destacam-se um grande salão com mais de sete metros de altura e 200 metros quadrados, o "cubão branco", e um contêiner no terraço,  usados pelos artistas para exibição de vídeos e instalações. Outras inovações trazidas ao circuito de arte a partir da galeria foram a realização de exposições institucionais (de que Nuno Ramos é o exemplo mais emblemático), conversas abertas sobre arte, programa de mostras de jovens artistas, e, é claro, introduzir o biscoito Globo nos vernissages! Ela integrou SP Arte e ArtRio desde o início, participa de feiras internacionais desde 2008, divulgando seus artistas no exterior. 

Lenora de Barros


Luiza Baldan


Nuno Ramos


Palatnik


Rocha de Gritos 


Wanda Pimentel

Exposição “5 + 5”
Período: 05 de abril a 06 de junho de 2018
Anita Schwartz Galeria de Arte, Rio
Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea, 2247
Telefones: 21.2274.3873 e 2540.6446

Exposição de esculturas - Trio Bienal, no Jardim Botânico do Rio

Germinação - de Kaka Versiani


Paisagem possível - Ivani Pedrosa

Perto do coração selvagem - Pietrina Checcacci

Cronus - Mão do equilíbrio -  Pietrina Checcacci

Iris 2017 - O homem e a natureza - BB Schmitt

Esperança enforcada - Marcelo Lago

Expansão, Convexo e Corte - Anna Paola Protásio


Caminho inverso - Gustavo Prado

Colares - Adriana Tabalipa


quarta-feira, 21 de março de 2018

Pavê da Mara




Receita do pavê

Ingredientes

3 pacotes de biscoitos maizena
1 manteiga s/sal
6 gemas
500ml de creme de leite fresco


Modo de fazer

Bater a manteiga com o açúcar
depois as gemas
por ultimo o creme de leite

Forrar a forma com os biscoitos colocar um pouco de creme outra camada de biscoito, mais creme a ultima camada é de biscoitos.
Por para gelar no dia seguinte cobrir c doce de leite e cobrir com biscoitos moídos.

Suzana Queiroga - Miradouro






Será inaugurada no dia 21 de março, a exposição Miradouro, com obras recentes e inéditas da artista plástica Suzana Queiroga, que ocuparão três salas do segundo andar do Paço Imperial, no Rio de Janeiro, em uma área total de 300 m2. Com curadoria de Raphael Fonseca, serão apresentados cerca de quinze trabalhos em grandes dimensões, dentre pinturas, esculturas, instalações e vídeos, que mostram a pesquisa da artista sobre o tempo, a paisagem e a cartografia. A exposição também terá uma parte documental, com diversos estudos, mapas, pesquisas e o processo de trabalho da artista no ateliê. A mostra comemora os dez anos do projeto “Velofluxo”, em que a pesquisa de Queiroga sobre a cartografia, as cidades, os fluxos e o tempo, culminou com voos no balão Velofluxo, criado pela artista, em que a experiência do voo foi compartilhada com o público no CCBB de Brasília, em 2008. Para este ano, a artista também tem uma exposição programada na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema. 

As obras da exposição se relacionam entre si e o percurso da mostra foi criado de forma a aproximar o público. Logo na entrada, estará uma grande pintura redonda, de 1,5m de diâmetro, em óleo sobre tela, com veios em tons de azul, verde e laranja, que representam os fluxos. Nesta mesma sala, haverá desenhos e sketches, montados sobre a parede, sem moldura, trazendo um pouco da atmosfera do ateliê da artista para o museu. 

Exposição: Suzana Queiroga - Miradouro
Período: 22 de março a 27 de maio de 2018
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48
Centro - Rio de Janeiro







quarta-feira, 14 de março de 2018

OVO de Páscoa by Roberto





INGREDIENTES

1 kg de chocolate ao leite, ou meio amargo, ou blend de boa qualidade
Formas para ovos no tamanho que desejar


PREPARO

Derreta o chocolate em banho-maria
A água do banho-maria deve ser desligada assim que levantar a fervura pois a temperatura do chocolate derretido não pode ultrapassar 45°C
Deixar 1/3 do chocolate reservado
Derreta o restante
Acrescentar 1/3 do chocolate que ficou reservado  
Colocar na bancada de mármore e passar a espátula para esfriar  até que ao colocar um pouco nos lábios sentir o chocolate frio
Coloque chocolate nas formas, distribua por toda ela
Vire para escorrer o excesso
Leve para gelar virado sobre papel manteiga
Se a camada ficar fina faça mais uma camada de chocolate

Desenforme e decore como quiser

Vicente de Mello – Monolux







O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura no próximo dia 17 de março de 2018, a exposição “Monolux”, com 28 obras inéditas do fotógrafo Vicente de Mello. Com curadoria do poeta Eucanaã Ferraz, a mostra reúne fotogramas, “imagens singulares, simples impressões construídas pela velatura da luz direta que ocorre pelo contato de objetos sobre a superfície do papel fotográfico”. “Vicente de Mello retoma o procedimento, dando a ele um caráter pessoal. Em vez de arranjos estritamente formais ou de avizinhamentos aleatórios, cria “relâmpagos narrativos”. Iluminações. Imagens que, não sendo literárias, ou literais, guardam fragmentos narrativos em sua origem, reduzidas ao mínimo, à condição de peças de um jogo. Especificamente, de um jogo da memória”, observa o artista.
Fotógrafo educado a “reconhecer o ato fotográfico como uma ação de foro pessoal, autoral, profissional, da procura da imagem perfeita, singular, carregada de significados implícitos”, Vicente de Mello conta que buscou entender e lidar com esta nova situação, em que a tecnologia “esgarçou no século 21 as fronteiras da captação e da pluralidade de imagens”.
Vicente de Mello reconhece que ao reproduzir digitalmente as imagens dos fotogramas, e elas forem lançadas nas redes, “todo mundo terá acesso, enquanto o original não poderá ser duplicado”. “Para conhecer o original será preciso que o olho humano esteja em frente a ele”, diz.
O título da exposição, “Monolux”, vem da lembrança de Vicente de Mello do nome de um telescópio japonês de uso amador dos anos 1970, e “pelo fato físico de que, para imprimir os fotogramas, uma única fonte de luz é utilizada: a lâmpada da cabeça do ampliador”.
O artista explica que os materiais utilizados têm uma relação particular entre si: “vieram das minhas coleções de madeira, de itens fotográficos, de coisinhas acumuladas que achei na rua, que comprei no mercado de pulgas, de objetos de uso doméstico e as que criei, exclusivamente, para configurarem como formas reconhecíveis”.

Exposição: Vicente de Mello – Monolux 
Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo – Rio de Janeiro 
Período: 18 de março até 17 de junho de 2018