Torta de preguiçosa
Amelinha
Torta de preguiçosa
Amelinha
Termina neste domingo, dia 21 de novembro, a exposição “O Som do Tempo ou tudo que se dá a ouvir”, com uma grande instalação inédita da artista carioca Ursula Tautz, com curadoria de Ivair Reinaldim, no Paço Imperial. Resultado de cinco anos de pesquisa, a instalação aborda o tempo e a memória. Composta por nove toneladas de terra negra, em formato de pirâmide, que soterram uma cadeira com braços e alto espaldar, além de areia dourada e badalos de sinos, a instalação de dois metros de altura é envolta por três filmes, que são projetados pelo ambiente. Por meio de uma obra imersiva, integrada ao espaço e ao entorno, cada visitante tem uma experiência única na mostra, que se transformou ao longo do tempo, com o germinar da terra que integra a instalação.
A exposição tem uma forte carga histórica e foi pensada especialmente para o Paço Imperial, palco de importantes acontecimentos da história do Brasil, como o Dia do Fico, a Abolição da Escravidão e a Proclamação da Independência do Brasil. “A obra tem relação com o nosso País. O trono soterrado pela terra faz alusão à colonização. E, após a pandemia da Covid-19, não foi mais possível desvincular o monte de terra das cenas que vimos todos os dias em consequência das inúmeras mortes causadas pelo vírus. Mas a terra é forte, preta e fértil, enquanto a areia dourada é uma referência às nossas riquezas, revelando a dicotomia do nosso país”, conta a artista Ursula Tautz.
Exposição “O Som do Tempo ou tudo que se dá a ouvir”, de Ursula Tautz
Período: até 21 de novembro de 2021
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48
Centro - Rio de Janeiro
Mousse de patê
A Danielian Galeria e a Cassia Bomeny Galeria inauguram no dia 11 de novembro a exposição “Eduardo Sued – Ousadias cromáticas”, com um conjunto importante e expressivo de obras inéditas do artista Eduardo Sued (1925, Rio de Janeiro). O celebrado artista, de 96 anos, ganha dupla mostra simultânea com trabalhos produzidos entre 1989 e 2020, escolhidos em sua presença, em seu próprio ateliê em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Vanda Klabin, serão exibidas, além de pinturas, experiências tridimensionais feitas em diferentes suportes e materiais.
As exposições na Danielian Galeria e na Cassia Bomeny Galeria “sintetizam a trajetória de Eduardo Sued”, afirma a curadora. “São momentos diferenciados em sua produção, onde tudo é cor. As mostras permitem um olhar amplo e reflexivo sobre a trajetória desse grande artista, um pensador e o maior colorista do cenário artístico nacional. Sued sempre revitaliza a linguagem pictórica, com liberdade e intensidades cromáticas. A cor tem um lugar polissêmico em sua obra. Suas pinturas refletem a relação entre a luz, a superfície cromática, uma geometria, o espaço e o tempo. A preocupação com a luminosidade está presente em todas as suas obras”, destaca.
Exposição: “Eduardo Sued – Ousadias cromáticas”
Período: 11 de novembro de 2021 a 15 de janeiro de 2022
Entrada gratuita
Danielian Galeria
Rua Major Rubens Vaz, 414, Gávea, Rio de Janeiro, CEP 22470-070
Telefones: +5521.2522.4796 +5521.98830.3525
Email:contato@danielian.com.br
https://www.danielian.com.br/
Protocolo anti-Covid
Cassia Bomeny Galeria
Rua Garcia D’Ávila, 196
Ipanema, Rio de Janeiro
22421-010 – RJ
Segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábados das 10h às 15h(sob agendamento pelo Whatsapp +5521.97390.5995)
Telefone: 5521.3085.3000
Mousse de goiaba
ResponderEncaminhar |
Hoje, quarta-feira, dia 3 de novembro, no Oi Futuro será inaugurada a grande exposição “Arquiperiscópio”, com um panorama da obra de André Severo, artista múltiplo que começou sua trajetória há 27 anos. Com curadoria de Paulo Herkenhoff, a exposição apresenta diferentes vertentes do trabalho do artista – instalações, desenhos, colagens, pinturas e vídeos –, que estarão reunidas pela primeira vez em uma exposição.
Todas as obras buscam referências na história da arte para falar sobre as relações humanas, a natureza e a imagem. Na área externa do Oi Futuro haverá uma grande instalação, com 14 metros de comprimento, feita a partir de uma imagem de Gustave Le Gray, um dos mais importantes fotógrafos franceses do século XIX. Há também uma videoinstalação onde ele anima fotos de estudos de movimentos realizados por Eadweard Muybridge entre os anos de 1883 e 1887.
Além de artista, André Severo também é produtor e curador e atualmente é diretor do Farol Santander Porto Alegre, importante espaço de arte. Como curador, assinou, ao lado de Luis Pérez-Oramas a curadoria da 30a Bienal de São Paulo e da 55a Bienal de Veneza.
Exposição: André Severo - Arquiperiscópio
Período : de 3 de novembro até 16 de janeiro de 2022
Centro Cultural Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo - RJ
Camarão na moranga Fátima Moreira Ingredientes - 1 Kg de camarão médio - limão para temperar o camarão - uma moranga média - 3 tomates sem pele sem semente - 1 molho de cheiro verde - uma cebola - 2 dentes de alho - azeite sal a gosto - pimenta-do-reino - 1 lata de creme de leite sem soro - 1 vidro de requeijão cremoso - uma colher de páprica picante Modo de fazer - Lavar bem a moranga e cortar na para parte superior - Retirar as sementes - Com pincel passar azeite toda por dentro - embrulhar em papel de alumínio e levar ao forno pré-aquecido por meia hora o até que fique parcialmente cozida - Tira depois a moranga refogue o alho a cebola batedinha , os três tomates cortados, a páprica, o creme de leite e o requeijão - Dourar o camarão com azeite em quatro partes para não juntar água e reserva - juntar todos ingredientes - colocar na moranga e finalizar com cheiro verde - finalmente coloca-se a tampa - depois deixe no tabuleiro por 15 minutos |