quarta-feira, 15 de agosto de 2018

PiPPIN - Musical





Quem gosta de assistir a um bom espetáculo essa é uma boa oportunidade de ver "Pippin", uma produção de nível internacional, da dupla Charles Moeller & Cláudio Botelho, no Teatro Clara Nunes no Shopping da Gávea. Essa nova montagem da dupla conta com lindos figurinos e coreografias num elenco muito afinado de atores que cantam e fazem acrobacias proporcionando  momentos de prazer indescritível. Com destaque para as interpretações de Totia Meirelles (Mestre de Cerimônia), Nicette Bruno (Avó), Jonas Bloch (Carlos Magno). Cristiana Pompeu (Catarina) e Felipe de Carolis (Pippin) e o grande elenco da peça.


Yolanda Simões Atherino e Beatriz Borja Veiga






quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Alan Fontes – Exposição Nacional







Luciana Caravello Arte Contemporânea inaugurou, no dia 7 de agosto, a mostra “Exposição Nacional”, do artista Alan Fontes, com obras que abordam as transformações no espaço urbano da cidade do Rio de Janeiro. Para realizar os trabalhos, o artista mergulhou nos relatos documentais da “Exposição Nacional do Rio de Janeiro”, realizada em 1908, em comemoração ao 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil, que tinha a intenção de mostrar a então nova capital federal – urbanizada pelo prefeito Francisco Pereira Passos e saneada por Oswaldo Cruz – para as autoridades nacionais e estrangeiras.

Serão apresentadas nove pinturas, em óleo e encáustica sobre tela, e quatro livros-objetos, em óleo e afresco sobre concreto, em que o artista dá continuidade ao projeto iniciado há três anos, em que pesquisa o espaço urbano do Rio de Janeiro, trabalhando nas lacunas de uma memória em constante mutação. 

Alan Fontes apresenta obras inéditas, que serão divididas em três módulos: No primeiro, estarão pinturas que representam alguns dos palácios e pavilhões que fizeram parte da “Exposição Nacional”, de 1908, e dos quais só existem limitados registros fotográficos. As pinturas expressionistas reconstituem os prédios imersos em ruídos análogos aos que estão envoltos as lembranças e os documentos já desgastados pelo tempo.

O segundo módulo reúne pinturas da série “Black Lands”, que “situam os prédios da época em espécies de oceanos negros que simbolizariam um espaço poético da memória.  Algumas destas pinturas foram expostas este ano na semana de arte de Nova York, em projeto solo do artista na feira VOLTA.

O terceiro módulo é composto por livros-objeto de concreto, que servem como suporte para pequenas pinturas afresco compostas a partir de imagens do evento de 1908.


Exposição: de 8 de agosto a 6 de setembro de 2018
Luciana Caravello Arte Contemporânea
Rua Barão de Jaguaripe, 387 - Ipanema
Telefone: (21) 2523.4696






quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Miri Felix e Sandra Mazzini




      A Galeria Mercedes Viegas na Gávea no Rio, apresenta a exposição de  Miri Felix e Sandra Mazzini de 2 a 29 de agosto.  
   
     Nas obras de Miri Felix aborda o tema: argila e o ovo. Ambos estão nos primórdios da vida mineral e animal. A intuição artística de Miri Félix toca com as mãos essa relação ancestral.
     É na argila mais o fogo que as substâncias nutritivas foram inicialmente elaboradas pelo homem. Já o ovo é o alimento primitivo, puro, ingerido até mesmo cru. Assim ele comparece em várias formas, inclusive na enfática cor amarela de um dos trabalhos, onde se instala e se derrama.    
     Mas é, sobretudo, da imaginação que vão surgir as formas e cores apresentadas nesta exposição. Assim, ao lado do óbvio, tem-se o surreal, como na escultura em que uma cabeça sustenta múltiplos seres imaginários, idem daquela imagem invisível que alicerça cabeça e corpo, bem como a que irrompe da mão em que repousa uma variedade de olhos, sugerindo a multiplicidade de visões.

     No trabalho de Sandra Mazzini, o que primeiro chama atenção é a presença de uma espécie de grade geométrica organizando a superfície de paisagens tropicais. Vemos plantas e rios através de quadrados ou retângulos. Porém, o que poderia artificializar e embaçar ainda mais os trópicos já banalizados, desacelera a experiência pictórica (como faz a lupa ou mesmo o microscópio), e permite a essas imagens de origem fotográfica uma contemplação própria a pintura.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Tunga – o rigor da distração (Museu de Arte do Rio – MAR)







O Museu de Arte do Rio – MAR, inaugurou no dia 30 de junho a exposição “Tunga – o rigor da distração”. A mostra reúne cerca de 200 obras, muitas delas inéditas, criadas entre 1975 e 2015. O projeto foi realizado pelos curadores Luisa Duarte e Evandro Salles, diretor cultural do MAR, em parceria com o Instituto Tunga, guardião do conjunto da obra do artista. Esculturas, filmes, fotografias e textos (pensados pelo artista como obras) completam a mostra, que acontece 12 anos depois da última individual do artista no Rio de Janeiro e é a primeira após o seu falecimento, em 2016, na cidade em que escolheu viver.

O público poderá acompanhar esse processo ao longo de um percurso que inclui desde trabalhos dos anos 1970, quando já se anunciava o forte vínculo de Tunga com a psicanálise, passando por núcleos que apresentam momentos marcantes da obra, como as séries “Xifópagas Capilares” (1984) e “Semeando Sereias” (1987) e, mais recentemente, as aquarelas “Quase Auroras” (2009). Estarão ainda em exibição uma série de estudos – desenhos que se relacionam com obras escultóricas por vir.

A exposição traz também uma cronologia da obra do artista e diversos fragmentos de seu pensamento através de entrevistas em vídeo e trechos de falas inscritos nas paredes. A ideia é promover um encontro do público com a potência do pensamento de Tunga. “São várias as entrevistas nas quais o artista descreve a si mesmo como um clínico geral e teórico. Ou seja, alguém que tinha um programa poético que podia ser desdobrado em inúmeras linguagens – escultura, desenho, performance, filme, texto, etc. Tunga pensava muito bem e de forma muito clara, tanto sobre seu próprio trabalho como sobre a arte em geral. 

Segundo a curadora, o título da exposição, retirado de um escrito do próprio artista, reflete o interesse de Tunga pela aliança entre inconsciente e programa poético: “O rigor da distração condensa uma ideia importante para o artista, qual seja, a de valorizar o que acontece enquanto estamos distraídos ou mesmo dormindo, sonhando – quando o inconsciente emerge – e conectar isso a um rigor, um fazer que possui um programa poético extremamente sofisticado tanto em termos formais quanto em temos conceituais”, finaliza Luisa.

A exposição vai até novembro de 2018
O Museu de Arte do Rio – MAR
Praça Mauá 5 - Centro  





quarta-feira, 4 de julho de 2018

Ponto de Encontro Yo & Biá: Pequenos incêndios em toda parte - Celeste NG

Ponto de Encontro Yo & Biá: Pequenos incêndios em toda parte - Celeste NG: Tudo em Shaker Heights é planejado e previsto. Todas as regras são seguidas, casas são pintadas de cores determinadas, para manter a h...

Pequenos incêndios em toda parte - Celeste NG




Tudo em Shaker Heights é planejado e previsto. Todas as regras são seguidas, casas são pintadas de cores determinadas, para manter a harmonia, leis são cumpridas à risca, lixo não é colocado fora das casas. Tudo para garantir o conforto de seus moradores. Ninguém encarna melhor esse espírito do que Elena Richardson, que tem como princípio, obedecer as regras do jogo. Quando Mia Wacken e sua filha Pearl, 15 anos, alugam uma casa dos Richardson, a vida de todos nunca mais será a mesma. Uma estória sobre maternidade, adolescência, raça, segredos nas famílias e muito mais. Eleito, nos Estados Unidos, um dos melhores livros de 2017, teve seus direitos comprados por Reese Witherspoon e Kerry Washington e será adaptado para a TV.   (F.L.)