terça-feira, 27 de setembro de 2016

Marcos Caruso estréia monólogo inédito no Brasil




Marcos Caruso estreou o seu primeiro monólogo em 40 anos de carreira , "O Escândalo Philippe Dussaert "  escrito pelo ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, no teatro Maison de France, do Rio de Janeiro. Não foi a toa que o artista foi procurado por um grupo de senhoras, suas fãs, que haviam adquirido este texto em Paris, e acharam que Caruso seria o intérprete ideal. E acertaram em cheio! Como autor, Caruso entrou no Guiness junto com Jandira Martini com a peça de maior duração em cartaz:"Trair e Coçar é Só Começar". 
Com poucos elementos no pauco como uma mesa, cadeira, jarro de água e passando slides, Marcos Caruso dá um show de interpretação e envolve a platéia com seu carisma. Com um texto  inteligente e divertido, ele interage com o público que dá suas opiniões durante a peça. A estória se remete ao pintor Philippe Dussaert que pintava o fundo de obras famosas como "A Mona Lisa" de Leonardo Da Vinci.  É  um programa imperdível para os apreciadores de um bom teatro. 


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Novo centro cultural é inaugurado no Rio de Janeiro




Novo centro cultural é inaugurado no Rio de Janeiro, com cinco salas expositivas e ateliês de sete artistas visuais, entre eles, Márcio Atherino



O Rio de Janeiro ganhará uma nova casa dedicada às artes visuais, a Z42 Arte, que será inaugurado no sábado dia 24 de setembro e aberta ao público no próximo domingo, dia 25.. Localizado em uma linda construção dos anos 1930, no Cosme Velho, ao lado do acesso ao Corcovado, o espaço, de 1500 metros quadrados, terá cinco salas expositivas climatizadas, totalmente preparadas para receber as mais diversas obras de arte, No segundo andar da casa, ficam os ateliês de sete artistas visuais, entre eles, Márcio Altherino, que apresentará um panorama de sua produção recente. Será possível ver as obras na exposição coletiva e depois subir para conhecer um pouco mais do universo do artista, e sua forma de criação”, ressaltam os curadores. Todos os espaços serão abertos para visitação gratuita.

Nas salas expositivas do térreo estará a mostra inaugural, “A Máquina do Mundo”, com curadoria Sérgio Mauricio Manon e Clara Reis, com 26 obras, dentre esculturas, fotografias, pinturas e instalações, de 22 artistas, como José Bechara, Leda Catunda, Walmor Corrêa, Henrique Oliveira, Erwin Wurm, Anthony Goicolea, Cadu, Charlie White, Conrad Schawcross, entre outros, além de obras dos sete artistas que possuem ateliê na casa: Jorge Barata, Katia Wille, Maria Lucia Fontainha, Marcio Atherino, Rona, Sérgio Mauricio Manon e Talitha Rossi. O nome da mostra surgiu do poema de Drummond e também do capítulo que leva o mesmo nome em “Os Lusíadas”, de Camões. “O resultado é uma narrativa poética que mescla o verbo e as imagens, na tentativa de capturar o espírito do tempo”, explicam os curadores. Paralelamente à exposição, os ateliês dos sete artistas visuais da Z42 Arte, abrigarão exposições individuais e estarão abertos para visitação. Com isso, o público poderá ter acesso ao universo paralelo de cada artista.


O espaço Z42 Arte fica situado na Rua Filinto de Almeida 42 - Cosme Velho.




"Sabemos da condição do homem urbano contemporâneo  através de sua obra; sabemos do desconforto de se saber vivo na poluição, entre amores, bandidos, ratos e esplendidas paisagens cariocas. 
Cada tela um confronto, uma interpretação do fato, uma visão pessoal simultaneamente universal, pois,como diz Carl Rogers, o mais particular é também o mais geral. 
Em uma,preto , vermelho, escuros azuis. Na caligrafia que ocupa a tela transformando o espaço em grafismo, que nos remete às pichações de muros e , simultaneamente, ao espelho.

Em outra, como em um mergulho, atravessamos as camadas do oceano das pinceladas e encontramos uma face desconstruída como nós, humanos, que estamos recomeçando a cada criança que nasce, a cada época da vida sem nunca termos resolvidos as questões fundamentais da existência, ainda precisando de lições de como respirar e o que comer. 

O que o comove ou o revolta nas noticias ou no seu dia dia carioca é colocado na tela com a forca e entusiasmo de sua personalidade de pessoa vinculada às questões sócio-existenciais. Arte em toda acepção da palavra. Expressionista? Certamente, mas transcende a rótulos de definição de estilo. É vida? Então é arte de Marcio Atherino."






Novo centro cultural é inaugurado no Rio de Janeiro




Novo centro cultural é inaugurado no Rio de Janeiro, com cinco salas expositivas e ateliês de sete artistas visuais, entre eles, Márcio Atherino



O Rio de Janeiro ganhará uma nova casa dedicada às artes visuais, a Z42 Arte, que será inaugurado no sábado dia 24 de setembro e aberta ao público no próximo domingo, dia 25.. Localizado em uma linda construção dos anos 1930, no Cosme Velho, ao lado do acesso ao Corcovado, o espaço, de 1500 metros quadrados, terá cinco salas expositivas climatizadas, totalmente preparadas para receber as mais diversas obras de arte, No segundo andar da casa, ficam os ateliês de sete artistas visuais, entre eles, Márcio Altherino, que apresentará um panorama de sua produção recente. Será possível ver as obras na exposição coletiva e depois subir para conhecer um pouco mais do universo do artista, e sua forma de criação”, ressaltam os curadores. Todos os espaços serão abertos para visitação gratuita.

Nas salas expositivas do térreo estará a mostra inaugural, “A Máquina do Mundo”, com curadoria Sérgio Mauricio Manon e Clara Reis, com 26 obras, dentre esculturas, fotografias, pinturas e instalações, de 22 artistas, como José Bechara, Leda Catunda, Walmor Corrêa, Henrique Oliveira, Erwin Wurm, Anthony Goicolea, Cadu, Charlie White, Conrad Schawcross, entre outros, além de obras dos sete artistas que possuem ateliê na casa: Jorge Barata, Katia Wille, Maria Lucia Fontainha, Marcio Atherino, Rona, Sérgio Mauricio Manon e Talitha Rossi. O nome da mostra surgiu do poema de Drummond e também do capítulo que leva o mesmo nome em “Os Lusíadas”, de Camões. “O resultado é uma narrativa poética que mescla o verbo e as imagens, na tentativa de capturar o espírito do tempo”, explicam os curadores. Paralelamente à exposição, os ateliês dos sete artistas visuais da Z42 Arte, abrigarão exposições individuais e estarão abertos para visitação. Com isso, o público poderá ter acesso ao universo paralelo de cada artista.


O espaço Z42 Arte fica situado na Rua Filinto de Almeida 42 - Cosme Velho.



"Sabemos da condição do homem urbano contemporâneo  através de sua obra; sabemos do desconforto de se saber vivo na poluição, entre amores, bandidos, ratos e esplendidas paisagens cariocas. 
Cada tela um confronto, uma interpretação do fato, uma visão pessoal simultaneamente universal, pois,como diz Carl Rogers, o mais particular é também o mais geral. 
Em uma,preto , vermelho, escuros azuis. Na caligrafia que ocupa a tela transformando o espaço em grafismo, que nos remete às pichações de muros e , simultaneamente, ao espelho.

Em outra, como em um mergulho, atravessamos as camadas do oceano das pinceladas e encontramos uma face desconstruída como nós, humanos, que estamos recomeçando a cada criança que nasce, a cada época da vida sem nunca termos resolvidos as questões fundamentais da existência, ainda precisando de lições de como respirar e o que comer. 

O que o comove ou o revolta nas noticias ou no seu dia dia carioca é colocado na tela com a forca e entusiasmo de sua personalidade de pessoa vinculada às questões sócio-existenciais. Arte em toda acepção da palavra. Expressionista? Certamente, mas transcende a rótulos de definição de estilo. É vida? Então é arte de Marcio Atherino."






BASEADO EM FATOS REAIS



Não conhecia a autora, mas li uma reportagem sobre o livro e resolvi ler.
O livro é dividido em 3 partes: Sedução, Depressão e Traição e o enredo envolve manipulação, mentira,engano, disfarce e duplicidade.
No decorrer do livro somos conduzidos numa descida lenta e irreversível à submissão absoluta de Delphine, a escritora esgotada, que vive pressionada para escrever sua próxima obra, à L. (Elle, Ela em francês), uma mulher sofisticada, confiante, carismática e atraente. Tudo o que Delphine sempre desejou ser. L. parece ter um passado misterioso, trabalha como ghost-writer, é a amiga perfeita, sempre disponível, e logo passa a interferir nos aspectos mais íntimos da vida de Delphine.
O livro nos leva a refletir sobre várias questões relacionadas com os livros e os escritores: qual é o limite entre a realidade e a ficção? Será uma mais válida que a outra? Como poderá um escritor lidar com um grande sucesso? Escreve para si ou para os seus leitores?
Um thriller psicológico cativante, que leva o leitor a querer descobrir a verdade sobre as duas personagens.
E o final do livro? Cabe a nós, leitores, juntar as peças e tirar nossas próprias conclusões. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Paris


Torre Eiffel, um dos maiores símbolos de Paris

Paris

Por que Paris é conhecida como cidade Luz? Porque ela é simplesmente Maravilhosa! Cada vez que chego na capital da França não me canso de admirar a beleza de suas ruas, monumentos, arquitetura e seus jardins fantásticos! A moda francesa, assim como a italiana, se destacam com grifes tão criativas e chiques como Dior, Yves Saint Laurent, Chanel dentre outras. Mas na rua podemos encontrar a moda conhecida como Street Fashion. São pessoas descoladas , anônimas , mas que se destacam na multidão.













terça-feira, 13 de setembro de 2016

Chá sem Chá

Chá sem Chá

Comemoração das aniversariantes de agosto e setembro.


Devida  à interdição das ruas no período das Olimpíadas, em agosto, resolvemos comemorar as aniversariantes de agosto e setembro juntas. Agosto: Fátima Leone e Carminha Rosas e Silva. Setembro: Vilma Amarante e Beth Rocha Paiva. Cada vez o grupo está mais unido e amimado. O Café Severino da Argumento é o local indicado para esses eventos!



Fátima Leone

Carminha Rosas e Silva

Vilma Amarante

Carminha e Beth Rocha Paiva

Meu nome é Lucy Barton.




Sinopse
"Lucy Barton está se recuperando do que deveria ter sido uma simples operação para extrair o apêndice. No hospital com vista para o Edifício Chrysler, em Nova York, ela recebe a visita da mãe, com quem não falava há anos. Enquanto se conectam com histórias que remetem à infância de Lucy, a vida inteira da convalescente é passada a limpo: o distanciamento de uma família complicada, a luta para encontrar sua voz como escritora, o casamento e a maternidade. Vencedora do prêmio Pulitzer com o romance Olive Kitteridge e autora de best-sellers, Elizabeth Strout ilumina esta relação primordial, ao mesmo tempo conflitiva e afetuosa, entre mãe e filha."

Uma história comum, mas cheia de emoção e uma personagem extraordinária e complexa.

Lembranças de uma infância com momentos difíceis, perturbadores, nem sempre investigados a fundo, e das pessoas que fizeram parte de sua vida e a marcaram.

Não leia esperando grandes acontecimentos, é tudo introspectivo, psicológico, puro recolhimento. Temos que ler nas entrelinhas.


Melancolia, ternura, tristeza e aceitação.