INGREDIENTES
- 12 morangos- 3 colheres de sopa de leite em pó - 1 colher (sopa) de manteiga- - 1 e 1/2 xícara de água
- - 1/2 caixa de creme de leite
- - 2 e 1/2 xícaras de açúcar
- 2 colheres (sopa) de vinagre- gotinhas de corante vermelho
Foi inaugurada no dia 23/8 a Exposição “Livro de Contos - Pinturas” de Marcia Fontenelle no CasaShopping, com curadoria de Heloisa Amaral Peixoto.
Ao optar por uma paleta de cores vibrante com alguns nuances mais suaves, a artista Marcia Fontenelle pretende, segundo ela mesma, proporcionar uma festa, com um alegre bem-estar. “Cor, vida e alegria de viver estão presentes na minha arte. Inspirador pensar até onde as cores podem nos levar. Cada cor uma expressão viva do meu amor à arte”, diz. Sua exposição “Livro de Contos - Pinturas” será inaugurada no dia 23 de agosto, às 14h, no novo espaço expositivo do CasaShopping, curada por Heloisa Amaral Peixoto. A maioria das telas reunidas na individual é de produção recente (2023 a 2025), num total de 25 obras de grandes, médios e pequenos formatos - que vão de dois metros a 40 centímetros -, usando tinta a óleo ou acrílica sobre tela. Brasilidade e Carnaval são alguns temas recorrentes nesta série.
A exposição nas palavras da curadora, Heloisa Amaral Peixoto
“Para a artista, o ato de pintar é uma experiência que se aproximaria bastante do ato de contar histórias, criando espaços narrativos onde a figuração e a abstração se tocam… Marcia imprime um carácter sintético na estrutura de suas composições e tal qual um “livro de contos“ apresenta, de forma alternada, por vezes escolhendo as pinceladas mais fluidas e estilizadas e por outras criando ambientes onde os planos ressaltam o seu vocabulário de signos geométricos. Assim, demostra o seu forte interesse no ritmo, na dinâmica e vibração que ocorre com a linhas sugeridas e justaposição de suas cores”.
“Livro de Contos - Pinturas” - exposição individual de Marcia Fontenelle
Curadoria: Heloisa Amaral Peixoto
Período: dia 23 de agosto até 28 de agosto de 2025
Funcionamento: diariamente, das 14h às 18h
Local: CasaShopping (Av. Ayrton Senna, 2150 - Barra da Tijuca), Bloco N – pavimento 0
Polo Cultural ItaliaNoRio: finissage de exposição
e anúncio de novidades em evento aberto ao público
No dia 1º de setembro, a partir das 9h30, haverá o encerramento da exposição “Itália Brutalista: a arte do concreto” e o anúncio da próxima mostra, “Cidades em Cena”. Para a ocasião, o Polo ItaliaNoRio programou um bate-papo com café da manhã sobre arquitetura italiana no Brasil, abrangendo do Brutalismo ao projeto de revitalização da Praça Itália. O evento terá como palestrante convidada Olívia Argentini, arquiteta da Archea e projetista da praça, e contará com a presença da arquiteta Cristina Monteiro (SECONSERVA-Prefeitura), responsável pelo projeto. Em seguida, uma breve visita guiada conduzirá o público pelo canteiro de obras da praça para lançar a data de inauguração, no dia 11 de outubro, com a abertura da nova mostra e o foco em projetos de regeneração urbana “made in Italy”.
Para participar do evento, basta acessar o link Palestra - Arquitetura Brutalista em Rio de Janeiro - Sympla (sujeito a lotação do espaço).
Local: Polo Cultural ItaliaNoRio - Casa d’Italia
Endereço: Av. Pres. Antônio Carlos, 40 (térreo) – Centro - Rio de Janeiro
Nara Roesler tem o prazer de convidar para a abertura, no dia 21 de agosto de 2025, às 18h, da exposição “Daniel Senise – Vivo confortavelmente no museu”, com obras inéditas e recentes do destacado artista. Os trabalhos atuais ganham novos processos e materiais, a partir da coleção do artista de capturas em tecido, feitas desde o início dos anos 2000, de chãos e paredes de locais arruinados, históricos ou de seus próprios ateliês. Recortando e colando com precisão pequenos pedaços desses panos, Daniel Senise reconstitui a imagem do lugar em que as capturas foram feitas, ou recria outros espaços, como salas, perspectivas e fachadas de museus e instituições de arte. No seu novo e espaçoso ateliê na Vila Buarque, em São Paulo, o artista começou a incorporar novos procedimentos, intervindo com outros materiais – tinta líquida, pó de ferro, betume, carvão – nos tecidos já impregnados com captura de paredes, provocando assim "imagens involuntárias". Essas imagens são posteriormente inseridas em suas composições de espaços museológicos, e “aproximam as possibilidades de leituras dessas marcas a uma composição pictórica”. O artista comenta que “na exposição, a presença desse espaço virtual varia de tela para tela”. “Em algum momentos ele não está presente, e essa latência faz com que o conjunto de trabalhos crie um aspecto de instalação, pois se estendem ao espaço real da galeria”. O texto crítico é de Luiz Armando Bagolin.
Um dos mais reconhecidos artistas brasileiros, presente em prestigiosas coleções, como Stedelijk Museum Amsterdam; Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami, Estados Unidos; Ludwig Museum, Colônia, Alemanha; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói); e Museu de Arte de São Paulo (MASP). Um dos expoentes da chamada Geração 80, Daniel Senise é ativo no circuito da arte há quarenta anos, tanto no Brasil como no exterior, tendo participado das 18ª, 20ª, 24ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo, Brasil (1985, 1989, 1998 e 2010); 44ª Biennale di Venezia, Itália (1990); 2ª Bienal de La Habana, Cuba (1986); 11ª Bienal de Cuenca, Equador (2011), entre outras importantes exposições coletivas.
O percurso da exposição começa com uma obra da série de trabalhos de museus que Daniel Senise vem fazendo: “Sem título (Raoul Dufy)”, 2025, com 1,25 metro por 2,30 metros, representando a sala curva do painel em homenagem à eletricidade de Raoul Dufy(1877–1953), no Museu de Arte da Cidade de Paris. Em frente está a obra “Sem título (MAM Rio)”, 2025, com dois metros de altura por 2,38 metros de comprimento. No mesmo piso estão duas telas “Sem título 3” (2025), com 1,23 metro por 78cm, e “Sem título 4” (2024), com 1,15 metro x 95 centímetros, em que as imagens provocadas são apresentadas sem uma contextualização de espaço. No segundo andar ocupa um lugar de destaque a obra “Sem título (Bourse de Commerce – Pinault Collection)”, 2024, com um metro de altura por 2,80 metros de comprimento onde uma captura de parede que o artista fez ocupa o lugar da pintura decorativa que representa cenas de comércio mundial, que está na parte inferior da cúpula do prédio em Paris.
O título “Vivo confortavelmente no museu” é uma frase dita por um personagem do livro “A invenção de Morel”, de Bioy Casares (1914-1999) – um condenado à prisão perpétua, que chega a uma ilha, e chama de museu a construção abandonada em que mora.
Está sendo editado por Charles Cosac um robusto livro sobre a obra de Daniel Senise, com textos de Luiz Armando Bagolin e Paulo Miyada, com previsão de lançamento até o final do ano.
Uma galeria de retratos de autorretratos de artistas mulheres, todas emblemáticas à história da arte no Ocidente, América Latina, Leste Europeu, Oriente Médio e Brasil. Este é o mote de “Não Sou Teus Olhos”, individual que a artista Beth Ferrante apresenta no dia 6 de agosto, na Galeria Candido Mendes, com curadoria de Denise Araripe. Trata-se de uma contraofensiva à misoginia da história oficial da arte enquanto forma aguda da história da cultura ou das sociedades, marcada por programática supressão das contribuições femininas. Em pequenos e médios formatos, os retratos reunidos sugerem certa inconclusão antipreciosista, entregam bustos frontais, de escala direta – sob relação aproximada com o sujeito da experiência, e individualizações gestuais e cromáticas flexibilizando os campos visuais. Não obstante, o contexto adverso envolvendo as biografias em jogo (cujos tempos históricos desiguais retêm como único traço comum o sinal negativo do lugar social da artista mulher), há nessas representações de autorrepresentações a explícita ação de Ferrante de subjetivar subjetividades alheias, não importando acréscimos que as levem a uma crise.
“Não Sou Teus Olhos” - exposição individual de Beth Ferrante
Curadoria: Denise Araripe
Período:6 de agosto até 28 de agosto de 2025
Local: Galeria Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
Funcionamento: de segunda a sexta, das 14h às 19h; aos sábados, das 14h às 18h
Três exposições que inauguram no dia 22 de janeiro no Centro Cultural Correios, no Rio
“Optchá - a estrada é o destino”,“Igbá Odù: Os braços fortes da Memória” e “A Obra é o Jogo”
“Optchá - a estrada é o destino”
Katia Politzer apresenta trabalhos inéditos inspirados na vida cigana; individual será inaugurada no dia 22 de janeiro, no Centro Cultural Correios, no Centro do Rio.
Em “Optchá: a estrada é o destino” Katia Politzer apresenta trabalhos inéditos tendo a cultura cigana de seus ancestrais como referência na formação da gente brasileira - mas de pouco reconhecimento até aqui. Ancestralidade, identidade, migração, diáspora, sincretismo e respeito à diferença: eis o arco de humanidade aqui envolvido.
A busca por liberdade, a conexão com a natureza, uma intuição aguçada e a celebração da vida apesar das dificuldades e dos preconceitos, são as características da alma cigana que mais interessam à artista. A abordagem sobre os ciganos inclui aspectos da filosofia de vida, tradições, rituais e misticismo.
A saudação “Optchá” (que significa “Viva!”, “Salve!”) convida à experiência de esculturas com domínio têxtil e acréscimo de objetos do cotidiano desse grupo social. A chita, originária da India assim como os ciganos, insere florais e coloridos fortes, presentes também na maioria das festas tradicionais brasileiras, bem como cetim, fitas e dourados, típicos desta cultura.
Dentre os trabalhos inéditos destacam-se “Catarina vem das Canárias”, a série “7 Estandartes”, “Vurdon” e “Magia Cígana” - em que a artista manipula fotografias documentais, pintura e procedimentos escultóricos manuais em estandartes, trouxas, tenda, manto, entre outros elementos, cujos efeitos vão da pintura conceitual ao desenho contemporâneo.
“Igbá Odù: Os braços fortes da Memória” inaugura dia 22/1, no Centro Cultural Correios
Individual da artista Reitchel Komch propõe questionamentos acerca da diáspora africana no Brasil e da matriz negra
Em “Igbá Odù: Os braços fortes da Memória”, Reitchel Komch instiga o espectador com suas narrativas da diáspora africana no Brasil, bem como utopias de superação de um processo social historicamente nocivo à matriz negra de nossa formação. A abertura será no dia 22 de janeiro, a partir das 16h, no Centro Cultural Correios, no Centro.
Deuses, mitos e lendas em torno do tempo (Iroko), rondando os lugares laconicamente reticentes sobre
sua própria ancestralidade, conduzem a artista na busca de autoconhecimento, representatividade e redefinição de seu lugar social, rompendo paradigmas e reestruturando sua psique. O Tempo (Orixá) é libertário, agente do destino que entrega relatos da diáspora negra, possibilitando resgates emocionais através da volta às origens.
“A Obra é o Jogo”
Individual de Dorys Daher inaugura no Centro Cultural dos Correios, no Centro, no dia 22/01
Uma imersão singular que une o universo da sinuca, a arquitetura e as artes visuais. Esta é a proposta da artista Dorys Daher em sua exposição “A Obra é o Jogo”, que será inaugurada no dia 22 de janeiro, no Centro Cultural Correios, com curadoria de Aline Reis. A mostra tem entrada gratuita e ficará em cartaz até o dia 8 de março de 2025.
Através de suas obras, ela explora as relações entre o espaço e o jogo, transitando por múltiplas linguagens contemporâneas: fotografias impressas sobre tecido e vinil, um painel com oito módulos de aço inox (medindo 60 por 100 cm, cada), uma escultura em mármore com bolas de sinuca, tacos de madeira e até uma toalha de linho bordada.
“Optchá - a estrada é o destino” – individual da artista Katia Politzer
“Igbá Odù: Os braços fortes da Memória” – individual da artista Reitchel Komch
“A Obra é o Jogo” – individual da artista Dorys Daher
Curadoria: Aline Reis
Abertura: dia 22 de janeiro de 2025
Período: de 23 de janeiro até 8 de março de 2025
Local: Centro Cultural Correios RJ - Galeria I - 2º andar
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro